segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Ostara


Primeiro dia da primavera (Equinócio da Primavera).
Em 2007, no Hemisfério Sul, ocorre no dia 23 de Setembro, à 06h51min (Horário de Brasília).

O Sabbat do Equinócio da Primavera, também conhecido como Sabbat do Equinócio Vernal, Festival das árvores, Alban Eilir, Ostara e Rito de Eostre, é o rito de fertilidade que celebra o nascimento da Primavera e o redespertar da vida na Terra. Nesse dia sagrado, os Bruxos acendem fogueiras novas ao nascer do sol, se rejubilam, tocam sinos e decoram ovos cozidos - um antigo costume pagão associado à Deusa da Fertilidade.

Os ovos, que obviamente são símbolos da fertilidade e da reprodução, eram usados nos antigos ritos da fertilidade. Pintados com vários símbolos mágicos, eram lançados ao fogo ou enterrados como oferendas à Deusa. Em certas partes do mundo pintavam-se os ovos do Equinócio da Primavera de amarelo ou dourado (cores solares sagradas), utilizando-os em rituais para honrar o Deus Sol.

Os aspectos da Deusa invocados nesse Sabbat são Eostre (a deusa saxônica da fertilidade) e Ostara (a deusa alemã da fertilidade). Em algumas tradições wiccanas, as deidades da fertilidade adoradas nesse dia são a Deusa das Plantas e o Senhor das Matas.

Como a maioria dos antigos festivais pagãos, o Equinócio da Primavera foi cristianizado pela Igreja na Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. A Páscoa (em inglês "Easter", nome derivado da deidade saxônica da fertilidade, Eostre) só recebeu oficialmente esse nome da Deusa após o fim da Idade Média.

Até hoje, o Domingo de Páscoa é determinado pelo antigo sistema do calendário lunar, que estabelece o dia santo no primeiro domingo após a primeira lua cheia, no ou após o Equinócio da Primavera. (Formalmente isso marca a fase da "gravidez" da Deusa Tríplice, atravessando a estação fértil.) A Páscoa, como quase todas as festividades religiosas cristãs, é enriquecida com inúmeras características, costumes e tradições pagãos, como os ovos de Páscoa e o coelho. Os ovos, como mencionado, eram símbolos antigos de fertilidade oferecidos à deusa dos Pagãos. A lebre era um símbolo de renascimento e ressurreição, sendo animal sagrado para várias deusas lunares, tanto na cultura oriental como na ocidental, incluindo a deusa Ostara, cujo animal era o coelho.

Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat do Equinócio da Primavera são os ovos cozidos, os bolos de mel, as primeiras frutas da estação em ponche de leite. Na Suécia, os "waffles" eram o prato tradicional da época.

Incensos: violeta africana, jasmim, rosa sálvia e morango.
Cores das velas: dourada, verde, amarela.
Pedras preciosas sagradas: ametista, água-marinha, hematita, jaspe vermelho.
Ervas ritualísticas tradicionais: bolota, quelidônia, cinco-folhas, crocus, narciso, corniso, lírio-da-páscoa, madressilva, íris, jasmim, rosa, morango, atanásia e violetas.


Ritual do Sabbat Ostara

Comece marcando um círculo de 3m de diâmetro, usando giz ou tinta branca. Monte um altar no centro do círculo, voltado para o norte. Coloque uma vela da cor apropriada do Sabbat no centro do altar. à direita (leste), coloque um incensório com o incenso apropriado do Sabbat ou um turíbulo contendo pedaços de carvão aquecidos, sobre o qual a sálvia será queimada. à esquerda (oeste) da vela, coloque uma tigela com ovos cozidos decorados com runas, desenhos de fertilidade e outros símbolos mágicos.

Diante da vela (sul), coloque um punhal e uma espada cerimonial consagrados. Após salpicar um pouco de sal sobre o círculo para purificá-lo, pegue a espada cerimonial e trace o círculo em movimento destrógiro, começando no leste. Enquanto traça, diga:
ABENçOADO SEJA ESTE CíRCULO DO SABBAT SOB O NOME DIVINO DE OSTARA, ANTIGA DEUSA DA FERTILIDADE E DA PRIMAVERA. SOB SEU SAGRADO NOME E SOB A SUA PROTEçãO ESTE RITUAL DE SABBAT AGORA SE INICIA.

Coloque a espada de volta no altar e, então, acenda a vela e o incenso. Pegue o punhal com a mão direita e ajoelhe-se diante do altar com a lâmina sobre o coração, dizendo:
ABENçOADA SEJA A DEUSA DA FERTILIDADE, ABENçOADO SEJA O SEU RITUAL DA éPOCA DA PRIMAVERA. ABENçOADO SEJA O REI-DEUS SOL, ABENçOADA SEJA A SUA LUZ SAGRADA.

Coloque a lâmina da espada sobre a região do Terceiro Olho em sua testa e diga:
O SOL CRUZOU O EQUADOR CELESTE, TRAZENDO O SOL E A LUA COM A MESMA DURAçãO DE HORAS. FINALMENTE A DEUSA DA PRIMAVERA RENASCEU, A SUA BELEZA Dá VIDA àS áRVORES E àS FLORES. ABENçOADA SEJA A DIVINA DEUSA DAS MATAS. ELA é A CRIADORA DE TODAS AS COISAS VIVAS. ABENçOADO SEJA O SENHOR DAS MATAS. EU CANTO ESTA CANçãO PARA A DEUSA E PARA O DEUS. DESPERTEM, DESPERTEM TODOS E OUçAM A VOZ DO CHAMADO DA DEUSA. ABENçOADA SEJA A NOSSA MãE TERRA, QUE ELA SEJA PREENCHIDA COM PAZ, MAGIA E AMOR. A DEUSA RESPIRA A VIDA. A DEUSA Dá A VIDA. A DEUSA é A VIDA. ELA REINA SUPREMA. ASSIM SEJA!

Encerre o ritual apagando a vela e desfazendo o círculo com a espada cerimonial em movimento levógiro. Os ovos podem ser comidos como parte do banquete do Sabbat do Equinócio da Primavera, e jogam-se conchas numa fogueira ao ar livre ou enterram-nas no chão como oferenda à Mãe Terra.

Os Candlemas

Hemisfério Norte: 2 de Fevereiro
Hemisfério Sul: 1o de Agosto

Também conhecido como Imbolc, Oimelc e Dia da Senhora, Candlemas é o Festival do Fogo que celebra a chegada da Primavera. O aspecto invocado da Deusa nesse Sabbat é o de Brígida, a deusa celta do fogo, da sabedoria, da poesia e das fontes sagradas. Ela também é deidade associada à profecia, à divinação e à cura.

Esse Sabbat representa também os novos começos e o crescimento individual, sendo o "afastamento do antigo" simbolizado pela varredura do círculo com uma vassoura, ou vassoura da bruxa, tradicionalmente realizado pela Alta Sacerdotiza do Coven, que usa uma brilhante coroa de 13 velas no topo de sua cabeça.

Na Europa, o Sabbat Candlemas era celebrado nos tempos antigos com uma procissão à luz de archotes para purificar e fertilizar os campos antes da estação do plantio das sementes e para glorificar as várias deidades e os espíritos associados a esse aspecto, agradecendo-lhes.

A versão cristianizada da procissão de Candlemas honra a Virgem Maria e, no México, ela corresponde ao Ano Novo Asteca.

Incensos: manjericão, mirra e glicínia.
Cores das velas: marrom, rosa, vermelha.
Pedras preciosas sagradas: ametista, granada, ônix, turquesa.
Ervas ritualísticas tradicionais: angélica, manjericão, louro, benjoim, quelidônia, urze, mirra e todas as flores amarelas.


Ritual do Sabbat Candlemas

Comece erigindo o altar voltado para o norte. Diante dele coloque uma vassoura de palha. Prepare uma coroa com 13 velas vermelhas e coloque-a no centro do altar. Em cada lado da coluna, coloque uma vela da cor apropriada do Sabbat. à esquerda, um incensório com incenso apropriado e um ramo de sempre-viva. Pode também ser usado um galho da árvore ou da guirlanda do Natal anterior como decoração do altar. à direita coloque um cálice com água (água fresca de chuva ou neve derretida, se possível), um pequeno prato com pó ou areia e um punhal consagrado.

Marque um círculo com cerca de 3m de diâmetro em torno do altar, usando giz ou tinta branca. Salpique um pouco de sal dentro do círculo e, então, trace o círculo na direção destrógira com a espada cerimonial sagrada ou com uma vara de salgueiro dizendo: COM O SAL E A ESPADA SAGRADA EU TE CONSAGRO E TE INVOCO, OH CíRCULO DE SABBAT DE MAGIA E LUZ. NO NOME SAGRADO DE BRíGIDA E SOB A SUA PROTEçãO ESTE RITUAL DE SABBAT AGORA SE INICIA.

Coloque a espada cerimonial no altar diante da coroa de velas. Acenda as duas velas do altar e diga: OH, DEUSA DO FOGO DA PRIMAVERA, A TI OFEREçO ESTE SíMBOLO DO FOGO. ASSIM SEJA. Acenda o incenso e diga: OH, DEUSA DO FOGO DA PRIMAVERA, A TI OFEREçO ESTE SíMBOLO DO AR. ASSIM SEJA. Peque o punhal com a mão direita e, com a ponta da lâmina, trace um pentáculo (estrela de cinco pontas) no pó ou areia e diga: OH, DEUSA DO FOGO DA PRIMAVERA, A TI OFEREçO ESTE SíMBOLO DA TERRA. ASSIM SEJA. Mergulhe a lâmina do punhal no cálice com água e diga: OH, DEUSA DO FOGO DA PRIMAVERA, A TI OFEREçO ESTE SíMBOLO DA áGUA. ASSIM SEJA.

Coloque o punhal de volta no altar. Acenda o ramo de sempre-viva e visualize na sua mente a escuridão do Inverno se desfazendo, sendo substituída pela luz agradável da nova Primavera. Coloque o ramo ardente no incensório e diga: ASSIM COMO ESTE SíMBOLO DO INVERNO é CONSUMIDO PELO FOGO, DA MESMA FORMA A ESCURIDãO é CONSUMIDA PELA LUZ. ASSIM SEJA.

Acenda a coroa de velas e coloque-a cuidadosamente no topo de sua cabeça. Quando este ritual de Sabbat é realizado por um Coven, é costume o Alto Sacerdote acender as velas e colocar a coroa sobre a cabeça da Alta Sacerdotiza. Pegue o punhal com a mão direita e segure-o sobre seu coração, enquanto diz: COMO A DOCE CIBELE, EU USO UMA COROA DE FOGO EM TORNO DA MINHA CABEçA. COMO DIANA, ABENçOADA DEUSA DA SABEDORIA, EU ACENDO AS VELAS VERMELHAS PARA FAZER BRILHAR UMA LUZ SOBRE A MINHA PRECE DE PAZ E AMOR SOBRE A TERRA. OUçAM-ME, OH, ESPíRITOS DO AR, OS ESPíRITOS ABAIXO E OS ESPíRITOS ACIMA. ASSIM SEJA.

Coloque o punhal de volta no altar e termine o rito varrendo o círculo em direção levógira com uma vassoura para desfazê-lo e simbolizar a "destruição" das coisas velhas. Apague as velas e devolva a coroa ao altar.

Os Sabbats

Os oito Sabbats, celebrados a cada ano pelos Covens dos Bruxos e pelos Bruxos Solitários, são belas cerimônias religiosas derivadas dos antigos festivais que celebravam, originalmente, a mudança das estações do ano. Os Sabbats, também conhecidos como a "Grande Roda Solar do Ano" e "Mandala da Natureza", têm sido celebrados sob formas diferentes por quase todas as culturas no mundo. São conhecidos sob vários nomes e aparecem com freqüência na mitologia.

Os quatro Sabbats principais (ou grandes) correspondem ao antigo ano gaélico e são chamados de Candlemas, Beltane, Lammas e Samhain. Os quatro menores são Equinócio de Primavera, Solstício de Verão, Equinócio do Outono e Solstício de Inverno.

Ao contrário da imagem que muitas pessoas têm do Sabbat dos Bruxos, eles não constituem uma ocasião em que as Bruxas se reúnem para realizar orgias, lançar encantamentos ou preparar poções misteriosas. A magia raramente é realizada, se é que isso acontece, num Sabbat de Bruxos. O Sabbat, infelizmente tem sido confundido também com a "Missa Negra" Satânica ou "Sabbat Negro", sendo esse outro conceito errado que muitas pessoas têm e que é decorrente de séculos de propaganda antipagã da Igreja, do medo, da ignorância e da imaginação excessiva dos escritores desde a Idade Média. Uma Missa Negra não é um Sabbat de Bruxos, mas uma prática satânica que parodia o principal ritual do Catolicismo e que inclui supostamente o sacrifício de bebês não batizados, orgias sexuais pervertidas e a recitação de trás para frente do "Pai Nosso".

Nada disso jamais acontece nos Sabbats dos Bruxos. Não há sacrifícios (humano ou animal), não há o que chamam de magia negra, não há rituais anticatólicos. Os Sabbats são simplesmente uma ocasião em que os Bruxos celebram a Natureza, dançam, cantam, deleitam-se com alimentos pagãos e honram as deidades da Religião Antiga (principalmente a Deusa da Fertilidade e Seu Consorte, o Deus). Em certas tradições wiccanas, a Deusa é adorada nos Sabbats de Primavera e do Verão, enquanto o Deus é homenageado nos Sabbats do Outono e do Inverno.

A celebração de cada Sabbat é uma experiência espiritual intensa e sublime que permite aos wiccanos permanecerem em equilíbrio harmonioso com as forças da Mãe Natureza.


Sabbat Hemisfério Sul Hemisfério Norte
Samhain 1 de Maio 31 de Outubro
Yule 21 de Junho (aprox.)* 21 de Dezembro (aprox.)*
Candlemas 1 de Agosto 2 de Fevereiro
Ostara 20 de Setembro (aprox.)* 20 de Março (aprox.)*
Beltane 31 de Outubro 1 de Maio
Litha 21 de Dezembro (aprox.)* 21 de Julho (aprox.)*
Lammas 2 de Fevereiro 1 de Agosto
Mabon 20 de Março (aprox.)* 20 de Setembro (aprox.)*
* Para ver data e hora desses eventos em 2007, clique no nome de cada um deles.

Os Esbats



Além dos oitos Sabbats, os povos celtas celebravam também os Esbats, ou seja, as treze luas cheias ao longo do ano solar. A lua cheia foi venerada durante milênios por grupos de homens e mulheres, reunidos nos bosques, nas montanhas ou na beira da água, como a manifestação visível do princípio cósmico feminino, na forma das deusas lunares ou da Vovó Lua. Com o advento das religiões patriarcais, houve uma divisão na vida religiosa familiar. Os homens passaram a reverenciar os deuses – solares e guerreiros -, enquanto que as mulheres continuavam se reunindo para celebrar a lua cheia e honrar a Grande Mãe. A cristianização forçada e, principalmente, as perseguições dos "caçadores de bruxas" durante os oito séculos de Inquisição, procuraram erradicar a "adoração pagã da Lua" e os Esbats foram considerados orgias de bruxas e manifestações do demônio.

A palavra Esbat deriva do verbo esbattre, em francês arcaico, significando "alegrar-se", pois essas celebrações não eram tão solenes como os Sabbats, proporcionando, além dos trabalhos mágicos, uma atmosfera jovial. Há também uma semelhança com a palavra "estrus" – o ciclo lunar de fertilidade -, reforçando a idéia da repetição mensal dessas comemorações.

Durante os Esbats, reverencia-se a força vital criativa, geradora e sustentadora do universo, manifestada como a Grande Mãe. A noite de lua cheia ou o plenilúnio, é o auge do poder da Deusa, sendo o momento adequado para rituais de cura e trabalhos mágicos. Usam-se altares – simples ou elaborados – com os símbolos da Deusa e acrescentam-se os elementos específicos da lunação. Além dos rituais, há cantos, danças, contam-se histórias e fazem-se meditações. No final, comemora-se repartindo pão ou bolo e bebendo-se vinho, suco ou chá, brindando à Lua e ofertando um pouco à natureza em sinal de gratidão à Mãe Terra. O pão sempre simbolizou o alimento tirado da terra, enquanto que o vinho favorecia a atmosfera de alegria e descontração.

Atualmente, os plenilúnios são comemorados não somente pelos grupos estruturados da Wicca (os covens), neo-pagã ou xamânica, mas também por grupos de mulheres ou pelos "solitários". A Deusa está cada vez mais presente na vida e na alma das mulheres, os raios prateados da Lua realçando suas múltiplas faces.

Na Antiga Tradição, nas reuniões praticadas por covens ou individualmente, o ponto máximo do Esbat é o ritual de "Puxar a Lua", ou seja, imantar uma sacerdotisa ou mulher com a energia da Deusa. O objetivo desse ritual é triplo: primeiro, procura-se a união com a Deusa para compreender melhor seus mistérios; segundo, busca-se imantar o espaço sagrado com a energia mágica da Deusa e, em terceiro lugar, objetiva-se o equilíbrio dos ritmos lunares das mulheres e o aumento da fertilidade, física e mental. Para atrair a energia da Lua, usa-se o punhal ritualístico (átame) ou um bastão consagrado, direcionando-o para um cálice com água. Invoca-se a Deusa e expõe-se seu pedido ou, simplesmente, entra-se em contato com sua essência, deixando-a penetrar em todo seu ser. Fundir-se com a energia da Deusa é um ato de realização espiritual e jamais deve ser usado com fins egoístas, forjando mensagens ou avisos "recebidos" durante o ritual. Quando o propósito é sincero e o coração puro, a experiência é sublime e comovente. Após um tempo de interiorização e contemplação, tornam-se alguns goles da água "lunarizada" e despeja-se o resto sobre a terra, para "fertilizá-la". Como em outros rituais, os Esbats devem ser feitos após invocar-se os Guardiões das direções e os elementos correspondentes, criando-se o círculo mágico.

Além desse ritual tradicional e formal, pode-se celebrar o plenilúnio de forma mais complexa e criativa, usando-se os conhecimentos astrológicos da polaridade Sol-Lua. Durante a lua cheia, a Lua se encontra no signo oposto ao do Sol, estabelecendo-se, assim, um eixo de complementação. Em certos grupos mistos, trabalha-se a polaridade Sol-Lua reverenciando-se o casal divino, representado por deuses solares e deusas lunares, escolhidos conforme as características astrológicas e espirituais do mês.


Calendário Lunar 2007
Nova Crescente Cheia Minguante

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03/01 10:59

11/01 09:46

19/01 01:02

25/01 20:03

02/02 02:47

10/02 06:52

17/02 13:16

24/02 04:57

03/03 20:18

12/03 00:55

18/03 23:44

25/03 15:17

02/04 14:16

10/04 15:05

17/04 08:37

24/04 03:37

02/05 07:11

10/05 01:28

16/05 16:28

23/05 18:04

31/05 22:05

08/06 08:44

15/06 00:14

22/06 10:17

30/06 10:50

07/07 13:55

14/07 09:05

22/07 03:30

29/07 21:49

05/08 18:21

12/08 20:04

20/08 20:56

28/08 07:36

03/09 23:34

11/09 09:46

19/09 13:49

26/09 16:46

03/10 07:07

11/10 02:02

19/10 05:34

26/10 01:53

01/11 18:19

09/11 20:04

17/11 19:34

24/11 11:31

01/12 09:45

09/12 14:42

17/12 07:19

23/12 22:17

31/12 04:52

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Fuso -3. No horário de verão adicione 1 hora ao valor listado.


Além dos oitos Sabbats, os povos celtas celebravam também os Esbats, ou seja, as treze luas cheias ao longo do ano solar. A lua cheia foi venerada durante milênios por grupos de homens e mulheres, reunidos nos bosques, nas montanhas ou na beira da água, como a manifestação visível do princípio cósmico feminino, na forma das deusas lunares ou da Vovó Lua. Com o advento das religiões patriarcais, houve uma divisão na vida religiosa familiar. Os homens passaram a reverenciar os deuses – solares e guerreiros -, enquanto que as mulheres continuavam se reunindo para celebrar a lua cheia e honrar a Grande Mãe. A cristianização forçada e, principalmente, as perseguições dos "caçadores de bruxas" durante os oito séculos de Inquisição, procuraram erradicar a "adoração pagã da Lua" e os Esbats foram considerados orgias de bruxas e manifestações do demônio.

A palavra Esbat deriva do verbo esbattre, em francês arcaico, significando "alegrar-se", pois essas celebrações não eram tão solenes como os Sabbats, proporcionando, além dos trabalhos mágicos, uma atmosfera jovial. Há também uma semelhança com a palavra "estrus" – o ciclo lunar de fertilidade -, reforçando a idéia da repetição mensal dessas comemorações.

Durante os Esbats, reverencia-se a força vital criativa, geradora e sustentadora do universo, manifestada como a Grande Mãe. A noite de lua cheia ou o plenilúnio, é o auge do poder da Deusa, sendo o momento adequado para rituais de cura e trabalhos mágicos. Usam-se altares – simples ou elaborados – com os símbolos da Deusa e acrescentam-se os elementos específicos da lunação. Além dos rituais, há cantos, danças, contam-se histórias e fazem-se meditações. No final, comemora-se repartindo pão ou bolo e bebendo-se vinho, suco ou chá, brindando à Lua e ofertando um pouco à natureza em sinal de gratidão à Mãe Terra. O pão sempre simbolizou o alimento tirado da terra, enquanto que o vinho favorecia a atmosfera de alegria e descontração.

Atualmente, os plenilúnios são comemorados não somente pelos grupos estruturados da Wicca (os covens), neo-pagã ou xamânica, mas também por grupos de mulheres ou pelos "solitários". A Deusa está cada vez mais presente na vida e na alma das mulheres, os raios prateados da Lua realçando suas múltiplas faces.

Na Antiga Tradição, nas reuniões praticadas por covens ou individualmente, o ponto máximo do Esbat é o ritual de "Puxar a Lua", ou seja, imantar uma sacerdotisa ou mulher com a energia da Deusa. O objetivo desse ritual é triplo: primeiro, procura-se a união com a Deusa para compreender melhor seus mistérios; segundo, busca-se imantar o espaço sagrado com a energia mágica da Deusa e, em terceiro lugar, objetiva-se o equilíbrio dos ritmos lunares das mulheres e o aumento da fertilidade, física e mental. Para atrair a energia da Lua, usa-se o punhal ritualístico (átame) ou um bastão consagrado, direcionando-o para um cálice com água. Invoca-se a Deusa e expõe-se seu pedido ou, simplesmente, entra-se em contato com sua essência, deixando-a penetrar em todo seu ser. Fundir-se com a energia da Deusa é um ato de realização espiritual e jamais deve ser usado com fins egoístas, forjando mensagens ou avisos "recebidos" durante o ritual. Quando o propósito é sincero e o coração puro, a experiência é sublime e comovente. Após um tempo de interiorização e contemplação, tornam-se alguns goles da água "lunarizada" e despeja-se o resto sobre a terra, para "fertilizá-la". Como em outros rituais, os Esbats devem ser feitos após invocar-se os Guardiões das direções e os elementos correspondentes, criando-se o círculo mágico.

Além desse ritual tradicional e formal, pode-se celebrar o plenilúnio de forma mais complexa e criativa, usando-se os conhecimentos astrológicos da polaridade Sol-Lua. Durante a lua cheia, a Lua se encontra no signo oposto ao do Sol, estabelecendo-se, assim, um eixo de complementação. Em certos grupos mistos, trabalha-se a polaridade Sol-Lua reverenciando-se o casal divino, representado por deuses solares e deusas lunares, escolhidos conforme as características astrológicas e espirituais do mês.


Calendário Lunar 2007
Nova Crescente Cheia Minguante

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Fuso -3. No horário de verão adicione 1 hora ao valor listado.

Dias de Poder


No passado, quando as pessoas viviam em conjunto com a natureza, o passar das estações e os ciclos lunares tinham um profundo impacto em cerimônias religiosas. Por ser a Lua vista como um símbolo da Deusa, cerimônias de adoração e magia aconteciam sob sua luz. A chegada do inverno, as primeiras atividades da primavera, o quente verão e a entrada do outono também eram marcadas por rituais.

Os wiccanos, herdeiros das religiões pré-cristãs da Europa, ainda celebram a Lua cheia e observam as mudanças das estações. O calendário religioso wiccano possui treze celebrações de Lua Cheia e oito Sabbats, ou dias de poder.

Quatro desses dias (ou melhor, noites) são determinados pelos solstícios e equinócios, o início astronômico das estações. Os outros quatro rituais baseiam-se em antigos festivais folclóricos (e, de certo modo, aqueles do Oriente Médio). Os rituais estruturam e ordenam o ano wiccano, além de nos lembrar do infinito ciclo que perdurará muito depois de partirmos.

Quatro dos Sabbats - talvez os que há mais tempo são observados - eram provavelmente associados à agricultura e aos ciclos reprodutivos dos animais. São eles o Imbolc ou Candlemas (1° de Agosto), Beltane (31 de Outubro), Lughnasadh ou Lammas (2 de fevereiro) e Samhain (1 de maio). Estes são nomes celtas, muito comuns entre os wiccanos, apesar de existirem muitos outros.

Quando a observação cuidadosa do céu levou a um conhecimento comum do ano astronômico, os solstícios e equinócios (por volta de 21 de março, 21 de junho, 21 de setembro e 21 de dezembro - as datas corretas variam de ano para ano) foram incorporados à estrutura religiosa.

Quem foram os primeiros a cultuar e gerar energia nesses períodos? Esta questão não pode ser respondida. Entretanto, esses dias e noites sagrados são a origem dos 21 rituais wiccanos.

Muitos deles ainda sobrevivem em suas formas seculares e religiosas. Celebrações do May Day (Dia de Maio), Halloween, Dia da Marmota e até mesmo o Dia de Ação de Graças, para citar alguns populares feriados americanos, estão conectados a antigos cultos pagãos. Versões altamente cristianizadas dos Sabbats também foram preservadas pela Igreja Católica.

Os Sabbats são rituais solares, assinalando pontos do ciclo anual do Sol, e constituem apenas metade do ano ritual wiccano. Os Esbats são as celebrações wiccanas da Lua Cheia. Nesta data, nós nos reunimos para cultuar Aquela Que É. Não que os wiccanos omitam o Deus nos Esbats - ambos são normalmente reverenciados em todas as ocasiões.

Anualmente, ocorrem de 12 a 13 Luas cheias, ou uma a cada 28 ¼ dias. A Lua é um símbolo da Deusa, bem como uma fonte de energia. Assim, após os aspectos religiosos dos Esbats, os wiccanos costumam praticar magia, desfrutando do maior poder energético que, crê-se, exista nesses períodos.

Alguns antigos festivais pagãos, desprovidos de suas qualidades sagradas pelo domínio do Cristianismo, se degeneraram. O Samhain aparentemente pertence agora aos fabricantes de doces nos Estados Unidos, enquanto o Yule foi transformado de um dos mais sagrados dias pagãos num período de grosseiro comercialismo. Até mesmo os ecos do nascimento de um salvador cristão são pouco audíveis diante do zumbido eletrônico das máquinas registradoras.

Mas a velha magia permanece nesses dias e noites, e os wiccanos os celebram. Rituais variam enormemente, mas todos se relacionam à Deusa e ao Deus, e à nossa morada, a Terra. A maioria dos ritos acontecem à noite, por motivos práticos assim como para gerar certo clima de mistério. Os Sabbats, sendo baseados no Sol, são mais normalmente celebrados ao meio-dia ou na aurora, mas hoje isto é raro.

Os Sabbats nos contam uma das histórias da Deusa e do Deus, de sua relação e de seus efeitos sobre a fertilidade da Terra. Muitas são as variações desses mitos, mas eis aqui um relativamente comum, entrelaçado a descrições básicas dos Sabbats.

A Deusa dá à luz um filho, o Deus, no Yule. De modo algum isto é uma adaptação do cristianismo. O solstício de inverno é há muito visto como um período de nascimentos divinos. Diz-se que Mitras nasceu nesse período. Os cristãos simplesmente o adotaram a seu uso em 273 E. C. (Era Comum).

O Yule é uma época de grande escuridão e este é o menor dia do ano. Povos antigos notaram tais fenômenos e suplicaram às forças da natureza que aumentassem os dias e diminuíssem as noites. Os wiccanos ocasionalmente celebram o Yule pouco antes da aurora, e a seguir observam o nascer do sol como um final apropriado para seus esforços.

Uma vez que o Deus é também o Sol, isto assinala o ponto do ano no qual o Sol também renasce. Assim, os wiccanos acendem fogueiras ou velas para saudar o retorno da luz do Sol. A Deusa, inativa durante o inverno de Sua gestação, repousa após o parto.

O Yule é remanescente de antigos rituais celebrados para acelerar o fim do inverno e a fartura da primavera. Para os wiccanos contemporâneos, é um lembrete de que o produto final da morte é o renascimento, um pensamento reconfortante nestes dias de desassossego.

O Imbolc assinala a recuperação da Deusa após dar à luz o Deus. Os períodos mais longos de luz A despertam. O Deus é um jovem desejoso, mas Seu poder é mais sentido nos dias mais longos. O calor fertiliza da terra (a Deusa), fazendo com que as sementes germinem e brotem. Assim ocorre o início da primavera.

Este é um Sabbat de purificação pelas forças renovadoras do sol, após a vida reclusa do inverno. É também um festival de luz e fertilidade, antigamente marcado na Europa por grandes queimas, tochas e fogos de todas as formas. O fogo representa nossa própria iluminação e inspiração, assim como a luz e o calor.

O Imbolc é também conhecido como festa das Tochas, Oimelc, Lupercalia, Festa de Pã, Festival do Floco de Neve, Festa da Luz Crescente, Dia de Brigit, e provavelmente muitos outros nomes. Algumas wiccanas seguem o antigo costume escandinavo de usar coroas com velas acesas, mas muitos outros usam velas em suas invocações.

Este é um dos períodos tradicionais para as iniciações em covens e rituais de autodedicação, que podem ser praticados ou renovados nesse período.

Ostara, o Equinócio da Primavera, e também conhecido como Ritos da Primavera e Dia de Eostra, assinala o primeiro dia da real primavera. As energias da natureza mudam subitamente do repouso do inverno para a exuberante expansão da primavera. A Deusa cobre a terra com seu manto de fertilidade, despertada de Seu repouso, enquanto o Deus se desenvolve e amadurece. Ele caminha pelos campos a verdejar, e delicia-se com a abundância da natureza.

No Ostara, as horas do dia e da noite são as mesmas. A luz está ultrapassando a escuridão; a Deusa e o Deus impelem as criaturas selvagens da Terra a reproduzir-se.

Este é um período de iniciar, de agir, de plantar encantamentos para ganhos futuros, e de cuidar dos jardins rituais.

O Beltane marca a chegada da virilidade do jovem Deus. Agitado pelas energias em ação na natureza, Ele deseja a Deusa. Eles se apaixonam, deitam-se entre a relva e os botões de flores, e se unem. A Deusa fica grávida do Deus. Os wiccanos celebram o símbolo da fertilidade da Deusa em ritual.

O Beltane é há muito celebrado com rituais e festas. Os Maypoles (Mastros de Maio), símbolos fálicos supremos, eram o ponto central dos rituais das antigas vilas inglesas. Muitas pessoas acordavam na alvorada para colher flores e ramos verdes nos campos e jardins, usando-os para decorar os Maypoles, seus lares e a si mesmos.

As flores e folhas simbolizam a Deusa; o Maypole, o Deus. O Beltane marca o retorno da vitalidade, da paixão e da consumação das esperanças.

Os Maypoles são por vezes utilizados atualmente por wiccanos durante os rituais do Beltane, mas o caldeirão é um ponto central mais comum da cerimônia. Representa, obviamente, a Deusa - a essência da feminilidade, o objetivo de todo desejo, o igual mas oposto do Maypole, símbolo do Deus.

No passado, pulava-se sobre fogueiras para estimular a fertilidade, a purificação, a saúde e o amor. O fogo novamente representa o Sol, celebrado neste período de dias mais longos.

O Meio do Verão é uma época clássica para magia de todos os tipos.

Lughnasadh é a época da primeira colheita, quando as plantas da primavera murcham e derrubam seus frutos ou sementes para garantir nosso consumo e para assegurar futuras safras. Misticamente, também o Deus perde Sua força enquanto o Sol nasce mais longe ao Sul a cada dia, e as noites tornam-se mais longas. A Deusa observa entre lamento e regozijo ao perceber que o Deus está morrendo, ao mesmo tempo que vive dentro dEla como Seu filho.

Lughnasadh, também conhecido como Véspera de Agosto, Festa do Pão, Lar da Colheita e Lammas, não é necessariamente observado neste dia. Originalmente, coincidia com a primeira ceifada.

À medida que o verão passa, os wiccanos recordam seu calor e fartura no alimento que comemos. Cada refeição é um ato de sintonia com a natureza, e somos lembrados de que nada no universo é constante.

O Mabon, o Equinócio de Outono, é a conclusão da colheita iniciada no Lughnasadh. Mais uma vez o dia e a noite tem a mesma duração, equilibrados enquanto o Deus se prepara para abandonar Seu corpo físico e iniciar a grande aventura rumo ao desconhecido, em direção à renovação e ao renascimento pela Deusa.

A natureza retrocede, recolhe sua fartura, preparando-se para o inverno e seu período de repouso. A Deusa curva-se diante do Sol que enfraquece, apesar do fogo que queima dentro de Seu útero. Ela sente a presença do Deus mesmo enquanto Ele enfraquece.

No Samhain, a Deusa se despede do Deus. É um adeus temporário. Ele não está envolto em trevas eternas, mas prepara-se para renascer pela Deusa no Yule.

Antigamente, o Samhain, também conhecido como Véspera de Novembro, Festa dos Mortos, Festa das Maçãs, e Todos os Santos, marcava um período de sacrifício. Em alguns lugares, esta era a época de sacrifícios animais para assegurar comida durante as profundezas do inverno. O Deus - identificado com os animais - também tombava para garantir a continuidade de nossa existência.

O Samhain é um período de reflexão, de análise do ano que se finda, de ajustar contas com o fenômeno da vida sobre o qual não exercemos controle - a morte.

O wiccano sente que nesta noite a divisão entre as realidades físicas e espirituais é estreita. Eles recordam seus ancestrais e todos os que já se foram.

Após o Samhain, os wiccanos celebram o Yule, completando assim o ciclo do ano.

Certamente, há muitos mistérios enterrados aqui. Por que o Deus primeiro o filho e depois o amante da Deusa? Isto não é incesto, mas simbolismo. Na história da agricultura (um dentre muitos mitos wiccanos), a constante alternância da fertilidade da Terra é representada pela Deusa e pelo Deus. Este mito fala dos mistérios do nascimento, da morte e do renascimento. Celebra os maravilhosos aspectos e belos efeitos do amor, e honra as mulheres que perpetuam nossa espécie. Também indica a grande dependência que os homens têm em relação à Terra, ao Sol e à Lua, e os efeitos das estações em nossa rotina.

Para povos agrícolas, o ponto principal deste ciclo místico é a produção de alimentos por meio da união entre o Deus e a Deusa. O Alimento - sem o qual todos morreríamos - está intimamente ligado às deidades. Na verdade, os wiccanos vêem a comida como mais uma manifestação da energia divina.

Assim, ao observar os Sabbats, os wiccanos sintonizam-se com a Terra e com as deidades. Eles reafirmam suas raízes na Terra. A prática de rituais nas noites de lua cheia também fortalece sua conexão com a Deusa em particular.

O wiccano sábio celebra os Sabbats e os Esbats, por serem estes períodos de poder real e simbólico. Honrá-los de algum modo é parte integral da Wicca.

Feitiços da BRUXARia Medieval


FEITIÇO PARA MATAR UM TRAIDOR Ingredientes: - papel com o nome da vítima - um fio do rabo de um cavalo preto - uma vara fina de madeira - um cadáver a ser velado pegue o papel e enrole-o com o fio do rabo do cavalo, enrolle vário se puder, até cobrir totalmente o papel. Aproxime-se de um cadáver que está sendo velado e sem que ninguém perceba introduza esse feitiço em sua cabeça através do ouvido com a ajuda da vara. Amaldiçoe o traidor, diga que a medida que o papel apodrecer, ele também apodrecerá. PALAVRAS MÁGICAS PARA FICAR INVISÍVEL Esse Feitiço foi ensinado pelo Grande Mago Cornélius Agrippa. Inscreva numa placa de chumbo as seguintes palavras mágicas: ATHATOS STIVOS THERN PANTOCRATON Essa placa de chumbo assim inscrita deve ser colocada dentro do sapato esquerdo. Quem proceder dessa forma, ficará invisível. e outra,esse eh um dos motivos que me faz crer que feitiços nao sao reais assim,pois eh fisicamente impossivel ficar invisivel Feitiço para dizer a verdade Eu conheço um feitiço para se dizer a verdade da qual se usa uma lingua de sapo, um coraçao de pombo, que devem ser reduzidos a pó, e postos num saquinho com uma pitada de almíscar. vc coloca este saquinho em cima da pessoa quando ela estiver dormindo, e num prazo de 15 minutos ela começa a dizer tudo o que esteja escondendo de vc. Quando ela acbar de flar, vc deve retirar um saquinho, ou ela poderá morrer com uma febre cerebral... eh um feitiço muito antigo, mas eu acho que deve ser codificado. Eu penso que a lingua de sapo, no caso seria a lingua de uma pessoa fofoqueira, que fale muito, e o coraçao de pombo, o coraçao de uma pessoa pura e honesta, unindo a ato de falar d+ á honestidade, transferindo essas propriedades ao nconciente da pessoa, fzendo com que ela fale tudo, mas fale a verdade. Se bem que pode-se usar tbm os ingredientes anteriores como representaçao, alcançando os mesmos objetios... CORDA DE BRUXA MALÉFICA
Ingredientes:
* 3 cordões de algodão pretos na medida da altura da vítima do malefício;
* 13 penas de corvo ( ou de urubú, ou mesmo de galinha preta );
* 1 bolsinha de pano ou couro preta;
* linha preta e agulha virgens;
* 1 pedaço de fita preta;
* 1 sapo seco;
* 1 cobra pequena;
* 1 pedra de ônix;
* pó de cemitério;
* 1 coração de galinha preta ( ou de galo preto );
* 13 alfinetes virgens;
* enxofre em pó;
* 1 aranha preta;
* 1 punhado de folhas de beladona;
* 1 punhado e folhas secas de urtiga ( não se deixe espetar pelos espinhos da urtiga quando realizar malefícios com esta planta );
* pó de chumbo;
* 1 fígado de coruja;
* azeviche em pó;
fios de cabelo, aparas de unha, pedaço da roupa ( ou, modernamente, 1 fotografia ) da vítima;
* 13 velas pretas;
* Óleo para ungir ( o óleo de Hécate é excelente! Veja a receita deste óleo adiante );
* Incenso ( resinas de olíbano e mirra sobre carvões em brasa, ou mesmo varetas de incenso de olíbano e mirra ).
MODO DE FAZER O FEITIÇO:
Numa noite de Lua Negra, de preferência numa hora de Saturno, unja as velas pretas com o óleo de unção ( Óleo de Hécate ) da base para o pavio e acenda-as, junto com o incenso. Invoque Hécate, pedindo Sua Força, Sua Proteção e Seu Auxílio nesse Malefício que está prestes a realizar. Após dispor as velas em círculo no chão e ter traçado o Círculo Mágico, comece o Feitiço trançando os três cordões, dando 13 nós ao longo dele. Em cada nó, prenda uma das penas, amarrando e costurando. Terminada essa tarefa, pegue a bolsinha preta e coloque dentro dela os ingredientes. Ao pegar o coração de galinha preta ( se a vítima for mulher ) ou de galo preto ( se for homem ), espete-o com os 13 alfinetes, chamando a pessoa pelo nome, a cada alfinete que espetar. Coloque-o dentro da bolsa preta ( Ele representa o coração da própria vítima deste malefício ). Conjure os ingredientes, um a um. Feche a bolsa com a fita preta, dando 13 nós. Amarre e costure a bolsa em uma das extremidades da corda.


Coloque este Feitiço no meio do círculo de velas negras e concentre-se no que deseja que aconteça com quem quer enfeitiçar. Segure o seu Athame com a mão de poder, apontando-o para cima, e faça o gesto de maldição com a outra mão, em direção ao Feitiço, enquanto pronuncia por 13 vezes a seguinte Maldição em latim:

IN NOMINE
HECATE VENEFICA
DOMINA MALEFICARVM
CAPVT TVA
MALEDICTA EST.

Pegue a Corda de Bruxa Maléfica e a pendure na chaminé da casa da vítima, ou esconda-a em outro local do telhado. Vá embora sem olhar para trás.
Este Feitiço Negro é um costume folclórico das Bruxas e Bruxos da Idade Média, principalmente das Ilhas Britânicas. Ele só deve ser utilizado em último caso e com Justiça, ou os seus efeitos nefastos recairão sobre quem o fez, com toda a fúria destruidora.



ÓLEO DE HÉCATE
Ingredientes:
* 3 colheres de sopa de resina de incenso ( olíbano );
* 3 colheres de resina de mirra;
* 1 punhado de folhas de mirra ( ou 7 gotas de óleo de mirra );
* 1 ramo fresco de cipreste;
* 3 flores de ciclâmen;
* 1 pedra de ônix;
* 2 xícaras de óleo mineral;
* 1 vidro com tampa de rolha;
* 1 fita preta.
Modo de fazer:
Na primeira noite de Lua Minguante moa as resinas com um pilão. Coloque as resinas moídas no vidro. Caso utilize o óleo de mirra, misture-o com as resinas moídas. Se utilizar as folhas, amasse-as à parte e coloque-as no vidro. Acrescente o cipreste ( levemente socado ), as flores de ciclâmen e o ônix. Acrescente por fim o óleo. Feche o vidro com a rolha e amarre a fita preta no gargalo do vidro, dando três nós. Agite bem e guarde-o num local escuro e fresco por uma Lua ( até a próxima Lua Minguante ). Utilize este óleo para ungir as velas nos rituais em honra a Hécate, nos Esbbáths de Lua Minguante. Quando fizer Amuletos e Feitiços que invoquem a presença de Hécate ( magia de proteção, banimento do mal, ou mesmo quando realizar algum malefício ), unja uma vela preta com esse óleo, e acenda-a, junto a incenso ( resinas de olíbano e de mirra moídas em carvão em brasa no fogareiro ). Ou utilize incensos em varetas de mirra e olíbano.


ÓLEO DE BANIMENTO
Ingrediente:
* 3 ramos de arruda;
* 3 dentes de alho descascados;
* 1 xícara de azeite de oliva;
* sal marinho;
* 1 fita vermelha;
* 1 vidro com tampa de rolha.
Modo de fazer:
Macere num pilador a arruda e o alho. Em seguida acrescenta-se um pouco de azeite. Volte a macerar. Coloque a mistura no vidro e acrescente o restante do azeite. Colque por último um pouco de sal marinho. Tampe o vidro com a rolha e amarre a fita vermelha no gargalo do vidro, dando três nós. Este óleo deve ser utilizado em rituais de banimento de forças inimigas, na unção das velas. Sele as portas e janelas de sua casa com esse óleo, barrando assim as energias nocivas, expulsando todo o mal. Para banir feitiços inimigos e maldições, unja uma vela preta da base para o pavio e acenda-a, junto com um incenso de arruda. Invoque a Deusa Hécate, com o seguinte contra-feitiço:

HECATE LVCIFERA
DOMINA MALEFICARVM
LIBERA NOS A MALO

Caso saiba o nome de quem quer amaldiçoa-lo, coloque o nome dessa pessoa escrito embaixo da vela, dizendo o seguinte contra feitiço:

GLADIVS TVVM
INTRET IN CORDA TVA
ET ARCVS TVVM
CONFRICATVR

Em seguida, repita o primeiro contra-feitiço, concentrando-se no banimento do mal. Deixe a vela e o incenso queimarem até o fim. Sopre as cinzas ao vento.
Esta receita de óleo é uma contribuição do amigo Samyr. É uma receita tradicional das Streghe, as Bruxas italianas.


ÓLEO MALÉFICO DE ENFEITIÇAMENTO
Ingredientes:
* 1 punhado de folhas secas de beladona ou de meimendro-negro;
* 3 pitadas de pó de chumbo;
* 1 colher de sopa de pó de cemitério;
* 1 colher de sopa de enxofre em pó;
* 1 garra de corvo ( ou de urubú );
* 1 sapo seco pequeno;
* as asas de um morcego;
* 1 cobra venenosa pequena;
* 1 pedra de ônix;
* 3 pitadas de azeviche em pó;
* 1 punhado de urtiga-brava;
* 1 colher de sopa de óleo de rícino;
* 1 aranha venenosa;
* meio litro de azeite de oliva ( ou óleo mineral );
* 1 vidro com tampa de rolha;
* 1 fita preta.
Modo de fazer:
Numa noite de Lua Negra, misture os ingredientes em seu negro caldeirão, que será circundado por 13 velas pretas.
Cuidado ao acrescentar o enxofre, devido à chama das velas ao redor do caldeirão. Misture os ingredientes em sentido anti-horário, recitando o seguinte Encantamento:

"Hécate Venéfica, Domina Maleficarum!
Rogo-te que me ajudes!
Consagre esta Poção Negra com o Teu Poder!
Hécate Brimô, Domina Sabatum!
Consagre com o Vosso Poder este Malefício!"

Retire a colher de pau do caldeirão e coloque as mãos sobre ele, dizendo com voz firme as seguintes palavras de poder em latim:

IN NOMINE HECATE VENEFICA
DOMINA MALEFICARVM
CONSVMATUM EST.

Coloque a mistura maléfica no vidro ( deve ser um vidro de boca larga, se não for tampado com rolha, que seja com tampa de metal ). Amarre a fita preta no gargalo do vidro, dando três nós. Utilize este óleo maligno em feitiços negros de amaldiçoamento. Unja uma vela preta com este óleo, da base para o pavio e acenda-a sobre a fotografia ou o nome de quem quer enfeitiçar. Segure seu Athame com a mão de poder, apontando-o para cima, e direcione a outra mão para a chama da vela, fazendo o gesto de maldição, enquanto pronuncia por 13 vezes a seguinte maldição:

IN NOMINE HECATE VENEFICA
DOMINA MALEFICARVM
IN NOMINE FVRIAE
ALECTO TISIFONE
ET MEGERA
CAPVT TUA
MALEDICTA EST.

Este óleo deve ser preparado dentro do Círculo Mágico no Esbbáth de Lua Negra.


CONTRA-FEITIÇO DO CORDÃO DOS SETE ALHOS
Para precaver-se de todo malefício, colhem-se sete alhos na hora de Saturno, enfiam-se num barbantezinho de cânhamo e carregam-se pendurados no pescoço durante sete Sábados e ficar-se-á livre de feitiços por toda a vida. Se tiver que ir a um velório, principalmente de alguém que tenha morrido em circunstâncias misteriosas, tenha consigo 3 dentes de alho-roxo. E para proteger vossa casa, coloque uma réstia com 13 alhos pendurada na parede da cozinha. Não utilize nenhum alho desta réstia no preparo dos alimentos, pois eles estarão absorvendo toda a negatividade para eles. Se cozinhar com eles, a negatividade passará para a comida. Passado um ano, enterre esta réstia numa mata distante, substituindo-a por uma réstia nova. Pendure-a num Sábado de Lua Minguante, à meia-noite, invocando a Porteção de Hécate para o seu Lar.

FEITIÇO GOÉTICO DO DINHEIRO QUE RETORNA
Faça uma bolsa de pele de toupeira e escreva: "Belzebub, Zetus Caiphas", com sangue de um morcego e jogue algum dinheiro numa auto-estrada pelo espaço de três dias e três noites. Depois ponha na bolsa e quando der o dinheiro diga: "Vade et Vine". No dia seguinte, olhe na bolsa e o dinheiro terá retornado.

FEITIÇO MALÉFICO DE SEPARAÇÃO
Vá a um cemitério, quebre um ovo recém-colhido sobre uma sepultura e diga a seguinte Conjuração Negra:

"Eu te conjuro luminárias do Céu e da Terra, assim separe e divida...( nome do homem ) de sua mulher...( nome da mulher ), e separe-os um do outro como a Vida é separada da Morte e o Mar da Terra, e a água do fogo, e a montanha do vale, e o dia da noite, e a luz da escuridão, e faça-os desligarem-se um do outro, que não possam se confortar, inesperada e rapidamente."

Segundo um Grimoire so século XVI, tal conjuração é extremamente poderosa.


CONJUNÇÃO ( OU NÓ DE BRUXA )
Esta é uma antiga receita de Malefício para causar a impotência sexual, também conhecida como "Vaecordia" e "Ligadura". Este Feitiço Negro sempre foi muito popular, e temido desde o Mundo Antigo. Arranje-se o pênis de um lobo morto há pouco tempo e, próximo da porta daquele que se quer atingir, grita-se o seu nome próprio e, assim que ele tiver respondido, liga-se o dito pênis de lobo com um laço de fio ou fita branca, e ele ficará de tal modo impotente para o acto de Vênus, como se tivesse sido castrado.

FILTRO DA DISCÓRDIA
Consiga uma pedra que tenha sido mordida por um cachorro louco. Coloque a dita pedra na bebida da pessoa a ser enfeitiçada e esta será tomada pela loucura e pelo espírito de discórdia, brigando com quem estiver ao redor. Outro Feitiço, muito praticado pelos Bruxos Goéticos e Feiticeiros Negros da Idade Média, ensina que a fumaça das sementes do Meimendro-negro ( Hyosciamus niger ) colhidas e queimadas na hora de Saturno, provoca brigas, discussões violentas, a loucura e às vezes a morte. Os Bruxos Goéticos do passado se aproveitavam das propriedades maléficas do Meimendro-negro para produzir a discórdia entre os inimigos, atuando à distância e com toda a impunidade.